No Renascimento
havia a preocupação em fazer a anatomia do corpo humano para a realização de
esculturas e estudos pictóricos. Michelangelo é o grande exemplo desse método, ao
dissecar os corpos de cadáveres para estudos científicos e artísticos.
A arte e a ciência se unem nesse período.
Já na
Modernidade, a ciência ajudou na construção da percepção do movimento, o que
pode ser chamada de uma ‘anatomia do movimento’, algo bem moderno no sentido do
deslocamento de corpos e sensações no espaço e no tempo.
No século XIX, os cientistas Marey e Muybridge, com seus
estudos fotográficos sobre a ação do movimento, abriram caminho para a
invenção do cinema.
Nessas imagens existe a intuição do cinema: o scanner do movimento.


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